- O CHC integra duas tradições: a teoria Gf-Gc de Cattell e Horn e o modelo de três estratos de John Carroll.
- O Estrato III contém o fator g, a inteligência geral no topo.
- A inteligência fluida (Gf) é a capacidade de raciocinar e resolver problemas novos sem depender de conhecimento prévio.
- O CHC oferece um vocabulário comum que orienta a construção e a interpretação de baterias como as escalas Wechsler e Woodcock-Johnson.
O que é o modelo CHC?
O CHC integra duas tradições: a teoria Gf-Gc de Cattell e Horn e o modelo de três estratos de John Carroll. Organiza a inteligência em três níveis hierárquicos, do mais geral ao mais específico. Resulta da meta-análise de centenas de conjuntos de dados, sendo a síntese empírica mais abrangente da estrutura cognitiva.
Quais são os três estratos?
O Estrato III contém o fator g, a inteligência geral no topo. O Estrato II abrange cerca de dez capacidades amplas, como a inteligência fluida (Gf), cristalizada (Gc), memória de curto prazo e velocidade de processamento. O Estrato I reúne dezenas de capacidades específicas e restritas, ligadas a tarefas concretas.
Qual a diferença entre inteligência fluida e cristalizada?
A inteligência fluida (Gf) é a capacidade de raciocinar e resolver problemas novos sem depender de conhecimento prévio. A inteligência cristalizada (Gc) é o conhecimento adquirido pela educação e pela experiência, como o vocabulário. A Gf tende a declinar com a idade, enquanto a Gc costuma manter-se ou crescer ao longo da vida adulta.
Por que o CHC é tão importante hoje?
O CHC oferece um vocabulário comum que orienta a construção e a interpretação de baterias como as escalas Wechsler e Woodcock-Johnson. Permite avaliar não só um QI global, mas perfis detalhados de pontos fortes e fracos. Por isso tornou-se o padrão na avaliação psicoeducativa e clínica contemporânea.